[...] Hoje... meu coração e alma inflamaram com idéias que tornaram-me Anonymous. E neste dia, nós devemos esclarecer as coisas, ainda um indivíduo, eu sou também muitos. Eu sou você e você sou eu, nós somos um dentro de nossa causa. Anonymous não é um grupo, nem uma associação. Anonymous é apenas uma idéia. A idéia de liberdade verdadeira, um mundo livre de corrupção, opressão e tirania onde nós podemos viver nossas vidas como verdadeiramente somos e sermos aceitos por isso. Uma idéia que procura defender tais liberdades e seguir o caminho próprio no melhor interesse das pessoas desse planeta, ao invés de atender às contas bancárias de uma pequena porcentagem da elite rica e políticos corruptos e funcionários do governo. Ao compartilhar essas déias e princípios, somos todos Anonymous. Nós não somos quem fomos retratados. Enquanto alguns que se associam como Anonymous podem tomar uma decisão pessoal de atacar alvos através de hacking e falhas de segurança, sendo Anonymous não te faz um hacker, nem mesmo significa que você é um criminoso. Sendo Anonymous simplesmente significa que compartilha os valores e princípios de liberdade, sua defesa e busca por ela. Nós somos pessoas comuns, preocupadas com o estado deste mundo. Somos seus vizinho, seus amigos, sua família. Somos seu carteiro, atendentes de loja, negociantes, veteranos e militares. E unidos por essa idéia que chamamos Anonymous, nos desejamos mudança. Uma mudança que pelo menos uma vez, para atender o interesse do povo deste mundo. Através desse desejo, nós planejamos o que nós simples mas eloqüente chamamos de "The Plan". "The Plan" consiste em três fases ocorrendo no período de um ano a partir de agora e nós continuaremos de la pra frente. Desde o lançamento em 15 de Junho de 2011, nós crescemos de força de mais de 50.000 membros. Nossas ações e paixões por nossa causa falam pelos sinceros e puros motivos de nosso movimento. O que desejamos? Uma maneira mais produtiva de vida, livre das restrições que a sociedade colocou em nós. Livre de divisões. Um mundo com governo mais transparente que trabalham para o povo, ao invés de trabalhar contra o povo. Onde os agentes da paz estarão servindo o povo novamente ao invés do estabelecimento. Um mundo no qual nós podemos evoluir como comunidade global, acabando com essas guerras sem sentido, e liquidar com nossas diferenças com nada mais que diplomacia verdadeira. Nós desejamos ter menos influência corporativa em nossos países e em nosso cotidiano. Nós queremos ver o retorno de Main Street, e a contenção gradual de Wall Street. E certamente, desejamos a habilidade de controlar nossa própria economia, removendo poderes concedidos aos bancos mundiais e livrar o mundo de suas moedas fiduciárias. Para traduzir tantas idéias em uma frase: Desejamos um mundo que trabalha junto como seres humanos no melhor interesse das pessoas, decididas pelo povo ao invés de um mundo dividido por raça e nacionalidade que funciona exclusivamente para riqueza e conquista. As fases do "The Plan" são divididas tão simplesmente, e ainda complexas na sua totalidade. Fase Um: Unir. Espalhe a mensagem e comece educando-se mais sobre a corrupção que está presente dentro de nossas comunidades e no mundo em um todo. Compartilhe informações e ajude cada um em desenvolver novas idéias para nossas próprias vidas e nossas comunidades para melhorar a condição atual. Fase Dois: organização. Continue a espalhar a mensagem e educação. Comece atingindo sua própria comunidade e construindo uma unidade e vínculos para fortalecer a causa em áreas locais. Aprende o que você pode fazer para ajudar outros a seu redor. Aprenda sobre compaixão e cuidado por outros e maneiras que possa melhorar a vida dos outros. Comece planejando meios para abordar as questões importantes que estão entre nossas comunidades e uma maneira melhor de vier. Fase Três: Mobilização. Nossos esforços completam o circulo e começamos a compartilhar nossa insatisfação organizadamente, em massa uníssona contra aqueles que controlam a estrutura atual do sistema. Protestos em massa, boicotes e outros meios pacíficos de não-conformidade serão usados para definir a mensagem que nós não vamos mais participar e tolerar esse sistema de servidão. Nossa unidade será nossa fortaleza. Nosso respeito e compreensão pelas diferenças pessoais será nossa fundação. Nossa causa será nossa ofensiva e nossa dedicação, inteligência e filosofia será nossa defesa. A mudança esta vindo, e nos podemos olhar e caminhar para ela. Unidos como um, Divididos por zero. Nós somos Anonymous... Nos aguarde!
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Anonymous
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
O aventureiro Húngaro
Era uma vez um aventureiro Húngaro de beleza espantosa, charme irresistível, graça, talento de um ator consumado, cultura, conhecimento de muitas línguas, modo aristocrático. Por trás disso tudo, havia o dom para intrigá-la, para escapulir das dificuldades, para entrar e sair dos países deslocando-se suavemente. Viajava em grande estilo, com quinze baús das mais finas roupas, com dois grandes cães dinamarqueses. O ar de autoridade garantira-lhe o apelido de Barão. O Barão era visto nos hotéis mais luxuosos, em estações de águas e corridas de cavalos, em voltas ao mundo, em excursões ao Egito, viagens pelo deserto, pela África. Em toda parte ele se tornava o centro das atenções das mulheres. Como o mais versátil dos atores, passava de um papel para o outro para satisfazer o gosto de cada uma delas. Era dançarino mais elegante, o parceiro mais animado para jantar, o anfitrião mais decadentista em tête-à-tête * ; Sabia velejar, cavalgar, dirigir. Conhecia cada cidade como se lá tivesse vivido toda a vida. Conhecia todos da sociedade. Ele era indispensável. Quando precisava de dinheiro, casava-se com uma mulher rica, espoliava-a e ia embora para outro país. Na maior parte das vezes as mulheres não se revoltavam, nem faziam queixa a polícia. As poucas semanas ou meses que desfrutavam tendo-o como marido deixavam uma sensação mais forte que o choque de perderem o dinheiro. Por um momento elas entendiam como era viver com asas fortes, voar acima das cabeças da mediocridade. Ele as levava tão alto, rodopiava tão rápido com elas em sua seqüência de encantamentos que sua partida ainda tinha algo do vôo. Parecia quase natural – nenhuma parceira poderia acompanhar seus grandes arroubos de águia.
O Aventureiro livre e incapturável, que dessa maneira pulava de um galho dourado para outro, quase caiu em uma armadilha, uma armadilha de amor humano, quando certa noite conheceu a dançarina Brasileira Anita em um teatro peruano. Os olhos alongados de Anita não se fechavam como os das outras mulheres, mas como os olhos dos tigres, pumas e leopardos, com as duas pálpebras juntando-se preguiçosamente e lentamente; e estas pareciam levemente unidas próximo do nariz, tornando-se mais estreitas, com um relance lascivo e oblíquo pendendo dos olhos, com o olhar de relance de uma mulher que não quer ver o que estão fazendo em seu corpo. Tudo isso dava a ela um ar de quem estava fazendo amor, o que inflamou o Barão tão logo a conheceu. Quando foi ao camarim para vê-la, Anita estava se vestindo em meio a uma profusão de flores; e, para deleite dos admiradores sentados à sua volta, estava pintando o sexo com batom, sem permitir que eles fizessem qualquer movimento em sua direção. Quando o Barão entrou, ela apenas ergueu a cabeça e sorriu para ele. Estava com um pé apoiado sobre uma mesinha, o requintado vestido brasileiro estava levantando e, com as mãos cheias de jóias, retomou a pintura do sexo, rindo da excitação dos homens a sua volta. O sexo dela era como uma gigantesca flor de estufa, maior do que qualquer um que o Barão já houvesse visto, e o pêlo em volta era abundante, encaracolado, negro acetinado. Eram aqueles lábios que ela pintava como se fossem uma boca, muito requintadamente, de modo que ficaram como uma camélia vermelho-sangue aberta à força, mostrando o botão interior, o cerne mais pálido e de pétalas mais delicadas da flor. O Bar/ao não conseguiu persuadi-la para ceá-la com ele. A aparição no palco era apenas o prelúdio do trabalho dela no teatro. Depois é que se seguia a performance pela qual Anita era famosa em toda a América do Sul, quando os recônditos camarotes do teatro, no escuro, com as cortinas semicerradas, enchiam-se de homens da sociedade de todo o mundo. As mulheres não eram levadas àquele espetáculo de variedades de alta classe. Ela havia se vestido de novo com o traje de saia rodada que usava no palco durante as canções brasileiras, mas não estava de xale. O Vestido não tinha alças, e os seios fartos e abundantes, comprimidos pelo corpete justíssimo, avolumavam-se para cima, oferecendo-se quase que por inteira ao olhar. Nesse traje, enquanto o resto do show continuava, ela fazia a ronda dos camarotes. Lá, mediante solicitações, ajoelhava-se diante de um homem, desabotoava as calças dele, pegava o pênis com as mãos cheias de jóias e, com um toque de bom gosto, uma destreza, uma sutileza que poucas mulheres já desenvolveram, chupava-o até satisfazê-lo. As duas mãos eram ativadas como a boca. A delícia daquilo quase privava os homens dos sentidos. A elasticidade das mãos; a variedade de ritmos; a mudança entre um aperto de mão em todo o pênis e o mais leve toque na ponta, entre a pegada firme de todas as partes e o mais leve roçar dos pêlos em volta – tudo isso por uma mulher excepcionalmente linda e voluptuosa, enquanto a atenção do público enquanto a atenção do público estava voltada para o palco. Ver o pênis entrar na sua boca magnífica, entre os dentes brilhantes, enquanto os seios arfavam, dava aos homens um prazer pelo qual pagavam generosamente. A presença dela no palco preparava-os para a aparição nos camarotes. Ela provocava-os com a boca, os olhos, os seios. E, para satisfazê-los, junto com uma música, as luzes e a cantoria, havia uma forma de entretenimento excepcionalmente picante em um camarote escuro e com cortinas semicerradas acima da platéia.
Continua…
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